Fintech mira médias empresas e quer licença de banco de câmbio para escalar
Aurex — A startup brasileira saiu do modo stealth com uma plataforma “AI-first” que automatiza onboarding, compara cotações em 14 provedores e liquida pagamentos em stablecoins fora do sistema SWIFT.
- Em resumo: mais de R$ 130 milhões já passaram pela ferramenta, que promete câmbio mais barato e rastreável para 90 países.
IA corta burocracia; stablecoin reduz custo e tempo de liquidação
A inteligência artificial qualifica clientes em minutos, lê fichas cadastrais e encaminha cada operação ao provedor com a melhor taxa. O uso de stablecoins garante compensação quase imediata, evitando janelas de volatilidade do dólar e tarifas bancárias. Segundo o CEO Felipe Sabino, a eficiência “é incomparável” ao modelo tradicional — visão corroborada por estudos do TechCrunch sobre blockchains no setor financeiro.
“Se a tecnologia estiver pronta e o regulatório andar, o volume virá”, afirma Sabino.
Regulação é gargalo: Banco Central decidirá ritmo de expansão
A Aurex opera com cinco parceiros ativos, mas grandes clientes só liberam volumes expressivos após autorização formal do BC. A fintech avalia duas rotas: licença de prestadora de ativos virtuais (limitada a US$ 100 mil por operação) ou o selo completo de banco de câmbio, sem teto. Enquanto isso, mantém metas “conservadoras”: US$ 250 milhões transacionados até dezembro e US$ 1 bilhão em 2028, além de expandir para México, Argentina, Chile e EUA.
A Aurex já é regulamentada pelo Banco Central?
Ainda não; a empresa estuda solicitar licença de banco de câmbio ou de ativos virtuais.
Quem pode usar a plataforma hoje?
Empresas com faturamento anual de R$ 50 mi a R$ 200 mi e parceiros B2B2C, como escritórios de investimento.
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Crédito da imagem: Divulgação / Aurex