Adversidades internas ameaçam a janela de lançamento da saga
Ubisoft – A publisher francesa realocou 50 desenvolvedores de Assassin’s Creed Hexe para o departamento “Interprojetos”, empurrando o game para o fim de 2027, segundo o Insider-Gaming.
- Em resumo: Demissões e cortes de custo forçam a franquia a rever escopo e cronograma.
Equipe enxuta, visão revisada
Jean Guesdon, diretor criativo que assumiu em fevereiro, decidiu que o jogo precisará de mais tempo e menos features. Recursos como o gato companheiro — símbolo do lado “fantástico” — foram eliminados para focar em um enredo de caça às bruxas mais realista. A movimentação se soma a uma onda de cortes que já atingiu estúdios de peso no setor; um relatório do The Verge aponta mais de 10 mil demissões na indústria só em 2024.
Os 50 profissionais que trabalhavam em Assassin’s Creed Hexe “estão em uma espécie de limbo”, podendo ser absorvidos por novos projetos ou desligados em breve.
Impacto no ecossistema Assassin’s Creed
Hexe integra o ambicioso hub Assassin’s Creed Infinity, que pretende interligar futuros títulos como Red (Japão feudal) e Jade (mobile). Com a nova data, a Ubisoft deve reordenar o calendário para preencher o vácuo de 2026/2027, possivelmente acelerando remakes já especulados do AC original ou de Black Flag. A série, que ultrapassa 200 milhões de cópias vendidas desde 2007, é pilar de receita em meio à pressão dos acionistas por margens maiores.
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Crédito da imagem: Divulgação / Ubisoft