Especialista aponta quais escolhas de equipamento garantem conforto e segurança na mata
Coleman — Em relatório recente sobre tendências de turismo ao ar livre, um instrutor veterano de acampamento reforçou que a escolha certa de barraca, saco de dormir e fogareiro determina se o fim de semana será uma aventura memorável ou um pesadelo molhado.
- Em resumo: comparar peso, impermeabilidade e isolamento térmico é o primeiro passo para montar um kit que não deixe você na fria.
O duelo das barracas: leveza versus espaço interno
Modelos ultraleves — a partir de 1,2 kg — são ideais para trilhas longas, mas exigem sacrifício de conforto. Já as versões familiares, que podem ultrapassar 4 kg, entregam área útil maior e melhor ventilação. Segundo dados da Forbes sobre o mercado de equipamentos outdoor, 38% dos consumidores brasileiros ainda priorizam espaço interno, mesmo que isso signifique carregar mais peso.
“Não existe barraca perfeita: existe a que resolve seu tipo de viagem. Quem leva crianças precisa de pé direito alto; quem faz travessia quer reduzir cada grama”, destaca o guia de camping no estudo.
Itens que todo viajante deveria revisar antes de sair de casa
Além da barraca, o especialista recomenda investir em saco de dormir ajustado à temperatura mínima do destino, isolante térmico com R-Value acima de 3 e lanternas de LED recarregáveis. No caso do fogareiro, cartuchos de gás butano-propano oferecem melhor desempenho em climas úmidos.
Qual R-Value escolher para acampamentos no inverno brasileiro?
Prefira isolantes com R-Value 4 ou superior para suportar temperaturas abaixo de 5 °C.
Saco de dormir de fibra ou pluma?
Pluma é mais leve e compacta, mas exige manutenção; fibra sintética seca mais rápido e custa menos.
O que você acha? Já decidiu qual barraca cabe na sua próxima aventura? Para mais análises de produtos e tendências outdoor, acesse nossa editoria especializada.
Crédito da imagem: Divulgação / Coleman