Expandir sem sair: como founders brasileiros operam em dois países
Jumpstart — Nos últimos meses, mais empreendedores brasileiros têm recorrido ao visto O-1 para ganhar mobilidade entre Brasil e Estados Unidos, eliminando barreiras legais que travam rodadas e parcerias.
- Em resumo: O-1 garante presença contínua no Vale do Silício sem romper vínculos com o Brasil.
O-1 deixa de ser “passaporte de saída” e vira ponte estratégica
O Brasil figura entre os seis países que mais solicitam o O-1, visto concedido a profissionais com “habilidade extraordinária”. A taxa global de aprovação supera 93%, segundo dados citados pelo CEO da Jumpstart. Para especialistas ouvidos pelo TechCrunch, o documento hoje é visto como instrumento de expansão, não de êxodo.
“Internacionalizar já não é sair do Brasil: é operar em mais de um lugar ao mesmo tempo.”
Flexibilidade que pesa em captação e networking
Com previsão de questionamentos do USCIS em queda para 18,7%, o O-1 entrega previsibilidade a investidores, aceleradoras e parceiros. A possibilidade de estar fisicamente onde a oportunidade surge reduz fricções em negociações e aumenta a competitividade de startups brasileiras em programas do Vale.
Quem pode solicitar o visto O-1?
Profissionais que comprovem reconhecimento extraordinário em sua área, incluindo fundadores.
Quanto tempo dura o O-1?
Até três anos iniciais, renováveis indefinidamente enquanto a atividade extraordinária continuar.
O que você acha? O visto O-1 deve virar item obrigatório para startups brasileiras? Para mais análises, acesse nossa editoria especializada.
Crédito da imagem: Divulgação / Canva