Dados inéditos viram o jogo das emissões e surpreendem motoristas
Carros elétricos — O duelo entre baterias e biocombustível ganhou novo fôlego após estudo destacado em transmissão da Band, revelando quem realmente entrega a menor pegada de carbono no Brasil.
- Em resumo: elétrico recarregado na matriz brasileira vence, mas etanol supera baterias carregadas em países movidos a carvão.
Estudo põe emissões lado a lado — e o resultado não é óbvio
Encomendado pela Stellantis, o teste simulou o mesmo carro em 240 km usando etanol puro, gasolina, energia elétrica brasileira e energia elétrica europeia. Os números mostram que, no nosso cenário, o elétrico emite menos; já na Europa, o etanol leva vantagem. Relatórios como o da The Verge detalham que 60 % da eletricidade chinesa ainda vem do carvão, reforçando a diferença regional.
“Os resultados comprovam as vantagens comparativas da matriz energética brasileira, principalmente a importância dos biocombustíveis para uma mobilidade mais sustentável.” — Antonio Filosa, Stellantis América do Sul
Por que a conta muda fora do Brasil?
No Brasil, 84 % da geração é renovável, liderada por hidrelétricas e eólicas. Na China e na UE, carvão, gás e petróleo ainda dominam. Nesse cenário, um flex abastecido com etanol emite menos CO₂ do que um EV carregado nesses mercados. A combinação de biocombustíveis, eletrificação e metas de redução de carbono coloca o País em posição única para diversificar sem descartar infraestrutura existente.
Etanol é sempre mais limpo que a gasolina?
Sim. Mesmo com menor rendimento, o ciclo da cana compensa parte do CO₂ gerado.
Vale comprar carro elétrico no Brasil hoje?
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Crédito da imagem: Divulgação / Stellantis