Nova força-tarefa tenta virar o jogo da automação de software em Mountain View
Google – Segundo dados internos de fevereiro de 2026, a gigante usa inteligência artificial em apenas metade de sua base de código e pretende elevar esse índice a praticamente 100% nos próximos ciclos de produto.
- Em resumo: DeepMind montou um “strike team” para acelerar modelos que rivalizem com o Claude Code da Anthropic.
Claude Code acende alerta vermelho em Mountain View
Fontes ouvidas pelo The Information relatam que os engenheiros de DeepMind consideram a linha Claude Code superior às versões equivalentes do Gemini. A resposta foi imediata: Sebastian Borgeaud, Koray Kavukcuoglu e até o cofundador Sergey Brin integram um grupo especial dedicado a turbinar os algoritmos da casa. Relatos da Wired sugerem que a corrida por modelos de programação já movimenta investimentos bilionários no Vale do Silício.
“Google only uses AI for about half of its code, according to February 2026 figures, while Anthropic uses AI for nearly all of its code.”
O que muda para o mercado e para os desenvolvedores
Se atingir a meta, o Google pode encurtar ciclos de entrega e reduzir custos de manutenção, reforçando produtos como Android, Chrome e a própria infraestrutura de nuvem. Para empresas, a proliferação de agentes autônomos de criação de código tende a pressionar provedores tradicionais de APIs, enquanto ferramentas de pair programming — GitHub Copilot, Amazon CodeWhisperer e afins — ganham novas métricas de desempenho.
A disputa também tem efeito reputacional: manter o trono em IA reforça o princípio de competência do E-E-A-T, critério já reconhecido pelo Google Search Central para ranqueamento de conteúdo — essencial em um mundo em que a mesma empresa define tanto o motor de busca quanto o padrão de software gerado por máquina.
O que você acha? A automação total do código vai elevar a qualidade ou apenas inflar a quantidade? Para mais análises sobre IA e desenvolvimento, acesse nossa editoria especializada.
Crédito da imagem: Divulgação / Google