Robôs quadrúpedes assumem vigilância em EUA e México; especialistas alertam para privacidade
Embora a sul-coreana Samsung não esteja envolvida diretamente, a adoção de cães-robôs na Copa do Mundo de 2026 acende debate sobre segurança de grandes eventos no Brasil.
- Em resumo: Spot (Boston Dynamics) e K9-X (Unitree) ganharão crachá de “policial” em Dallas e Guadalupe.
Como Spot e K9-X vão operar nos estádios
Nos arredores do AT&T Stadium, em Dallas, o Spot atuará de forma totalmente autônoma, enquanto, no Estádio BBVA, em Guadalupe, o K9-X será guiado remotamente, modelo semelhante ao controle de drones. Segundo publicações especializadas, ambos carregam câmeras de alta definição, sensores de profundidade e microfones direcionais capazes de transmitir dados em tempo real às centrais de comando.
A Boston Dynamics afirma que “o Spot não realiza reconhecimento facial nem coleta dados biométricos de torcedores”.
Quando essa patrulha high-tech pode aparecer no Brasil?
A legislação brasileira ainda não regulamenta o uso de robôs autônomos em ambientes de massa, mas o tema já é discutido em projetos de lei que tratam de inteligência artificial na segurança pública. Caso o modelo americano prove eficiência, empresas privadas podem pressionar pela importação — o custo de um Spot gira em torno de US$ 75 mil, valor que cairia com produção local ou leasing para eventos.
Os cães-robôs fazem reconhecimento facial?
Spot e K9-X não têm software facial ativado, segundo seus fabricantes.
Onde mais essa tecnologia já foi usada?
Spot já patrulhou fábricas da Hyundai e serviu ao corpo de bombeiros de Nova York.
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Crédito da imagem: Divulgação / Boston Dynamics