Energia nuclear deve abastecer o novo complexo e garantir fôlego à computação em nuvem do gigante
Google — A companhia revelou um investimento de US$ 1,5 bilhão para ampliar, até 2027, o data center de Jackson County, no Alabama, pilar crucial para sustentar o crescimento de modelos de IA generativa como o Gemini, presente nos celulares Android mais recentes.
- Em resumo: aporte inclui acordo para até 50 MW de energia nuclear, reduzindo pegada de carbono e elevando a capacidade de processamento.
Parceria com Kairos e TVA coloca energia limpa no coração da IA
A big tech selou acordo com a startup Kairos Power e a estatal Tennessee Valley Authority para garantir suprimento fixo de energia nuclear ao campus no Alabama — e a futuras unidades no Tennessee —, conforme detalha o The Verge. O pacote visa atender à escalada de demanda computacional trazida por recursos como geração de imagens e respostas multimodais do Gemini.
O Google projeta que a primeira fase da expansão seja concluída entre 2026 e 2027, já preparada para receber reatores modulares avançados de baixa emissão.
O que muda para usuários de Android, Pixel e ChromeOS no Brasil
Com mais poder de fogo em nuvem, serviços como o Assistente com IA Gemini — já liberado em português — tendem a ganhar latência menor e mais funcionalidades diretamente no app do Google e no teclado Gboard. A infraestrutura extra também deve acelerar o rollout de features de IA generativa prometidas para a linha Pixel 9 e para a série Galaxy S25, que chegarão em 2025.
Quando o novo data center entra em operação plena?
O cronograma oficial aponta 2027 para a fase final.
A energia nuclear cobre todo o consumo do campus?
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Crédito da imagem: Divulgação / Google