Itens high-tech da marca chinesa prometem casa digna de 2050 — e chegam aqui de forma cada vez mais fácil
Xiaomi — A fabricante virou sinônimo de smartphones, mas seu portfólio de eletrodomésticos inteligentes está ganhando espaço nas encomendas de brasileiros, impulsionando a tendência de importar gadgets que transformam tarefas rotineiras em experiências conectadas.
- Em resumo: quatro dispositivos da Xiaomi — de secador com display a purificador de ar com 13 filtros — já podem ser trazidos legalmente da China, com impostos calculados no checkout.
Do banheiro à sala: tecnologia embarcada em cada cômodo
Com foco em design minimalista e sensores de última geração, a Xiaomi lançou produtos como o Mijia High-Speed Water Ion Hair Dryer Pro e o Mijia Air Purifier 6 Pro. Ambos chegam ao Brasil por intermédio de marketplaces que aderiram ao programa Remessa Conforme, o que reduz o risco de sobretaxas e oferece cálculo automático de tributos. De acordo com análise do The Verge, a companhia quer repetir, nos eletros, a fórmula que a tornou referência em celulares: especificação robusta por preço competitivo.
O secador exibe a temperatura exata do vento em tempo real, enquanto o purificador de ar usa 13 camadas de filtragem e integração com voz para melhorar a qualidade interna do ar.
Por que essa importação está virando tendência no Brasil?
Além da desvalorização do real ter arrefecido nos últimos meses, a isenção de imposto federal para compras de até US$ 50 entre pessoas físicas despertou o apetite por itens que ainda não têm equivalente local. Nem mesmo marcas premium como Dyson ou Philips oferecem, oficialmente no país, um secador com display colorido ou escova de dentes que mostra áreas mal escovadas em tempo real. O resultado é um boom de vídeos no TikTok e no YouTube comparando a experiência “futurista” da Xiaomi com aparelhos tradicionais.
Preciso pagar imposto ao importar esses produtos?
Sim, o ICMS está embutido na compra; dependendo do valor pode incidir imposto de importação adicional.
Os gadgets têm garantia no Brasil?
Não oficialmente; a assistência ocorre via vendedor ou lojas especializadas em multimarcas.
O que você acha? Vale apostar nos eletros futuristas da Xiaomi ou esperar versões nacionais? Para mais análises, acesse nossa editoria especializada.
Crédito da imagem: Divulgação / Xiaomi