Resumo

A Ahrefs disse em 22 de outubro de 2026 que o Google entrega páginas de resultado diferentes a coletores de dados suspeitos e que de 5% a 20% dos resultados foram afetados. Estudo da Nozzle mediu 22,6% de páginas adulteradas desde 13 de setembro, com pico de 43,5% em 30 de setembro. A Ahrefs mantém filtros e limpa dados antigos, e o Google não comentou.

Ahrefs disse em 22 de outubro de 2026 que o Google mostra resultados diferentes a quem suspeita ser coletor de dados de busca, e que de 5% a 20% dos resultados coletados foram afetados. Para quem acompanha a posição de um site em ferramentas de SEO, uma queda brusca no relatório pode ser dado errado de rank tracker, e não punição.

Ahrefs filtra resultados anormais e limpa dados antigos

A Ahrefs publicou um comunicado sobre o envenenamento dos resultados de busca, termo que a empresa usa para páginas com visual normal, mas com sites orgânicos trocados. Segundo o texto, a fatia afetada varia de 5% a 20%, conforme o fornecedor de dados, e o problema atinge várias empresas de SEO.

A ferramenta já mantém filtros que detectam e rejeitam resultados anormais e pedem uma nova coleta. Também informou que limpa resultados antigos que possam ter sido contaminados, mas o comunicado não diz quais datas, relatórios ou métricas entram nessa limpeza. Novidades chegam por avisos no painel. O Google não comentou o caso até 22 de outubro, segundo o Search Engine Journal.

“É um problema do setor inteiro, que afeta muitas empresas da nossa área”, disse a Ahrefs no comunicado.

Nozzle mediu 22,6% de páginas adulteradas desde 13 de setembro

O estudo da Nozzle, empresa de monitoramento de posições, analisou 29,9 milhões de páginas de resultado. Desde 13 de setembro, 22,6% apareceram adulteradas na página 1 ou na 2, contra 0,28% antes. O pico foi de 43,5% em 30 de setembro. A taxa caiu para 4% a 6% em 14 e 15 de outubro e voltou a 35,7% em 21 de outubro.

Nessas páginas, os resultados orgânicos mantêm só 22,3% dos sites da página anterior, contra 88,1% antes, e sites sociais e fóruns ocupam o espaço. O site acompanhado some do top 10 em 60,8% dos casos, contra 2,7% antes. Em 67,9% das páginas adulteradas, os sites habituais voltam em até três dias. O Search Engine Journal sugere cruzar o rank com o Search Console antes de mexer no site.

O que você acha? Você já viu um site despencar num relatório de posição e voltar ao normal logo depois? Para acompanhar mais, acesse nossa editoria de SEO e Otimização e os vídeos do canal no YouTube.

Perguntas Frequentes

O que são páginas envenenadas do Google nas ferramentas de ranking?

Páginas envenenadas são resultados de busca com layout normal, mas com sites orgânicos trocados, que o Google entregaria a coletores automáticos suspeitos. A Ahrefs usa o termo e diz que de 5% a 20% dos resultados foram afetados, conforme o fornecedor. O relatório de posição pode mostrar uma queda que não aconteceu para os usuários reais.

Como saber se a queda no ranking é real ou dado errado do rank tracker?

Nozzle mostra que, em 67,9% das páginas adulteradas, os sites habituais voltam ao top 10 em até três dias. Uma queda de um dia, com sumiço dos concorrentes de sempre, indica dado errado. O Search Engine Journal sugere conferir o Search Console e perguntar ao fornecedor se os dados antigos foram corrigidos antes de agir.

Quais ferramentas de SEO já explicaram como tratam resultados suspeitos?

Ahrefs, AccuRanker, SEOmonitor, BrightLocal e SerpApi descreveram medidas contra o problema, segundo o Search Engine Journal. A Ahrefs usa filtros e limpa dados antigos. A AccuRanker compara cada página com os dias anteriores. A BrightLocal adiciona fornecedores de dados, e a SerpApi lançou uma atualização própria para reduzir os casos.

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