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Luz do smartwatch não queima a pele: entenda o risco real

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Luz do smartwatch não queima a pele: entenda o risco real

Luz do smartwatch pode assustar quem nota vermelhidão no pulso, mas os LEDs verdes usados nos sensores não causam queimaduras. O problema, segundo especialistas, costuma ser a dermatite de contato, uma inflamação ligada a atrito, umidade ou alergia a materiais da pulseira.

LED verde mede batimentos, não aquece a pele

Relógios inteligentes utilizam a fotopletismografia (PPG): feixes de luz verde penetram a pele, e a hemoglobina do sangue absorve parte dessa luz. O dispositivo interpreta a variação de absorção para calcular batimentos cardíacos. Outros LEDs, vermelhos ou infravermelhos, avaliam a oxigenação do sangue (SpO2). Todos operam em baixa intensidade e são incapazes de gerar calor suficiente para queimar a pele, reforçam dermatologistas e fabricantes.

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Um guia publicado pela CNET ressalta que a potência desses LEDs fica muito abaixo do limite necessário para causar dano térmico ou químico.

Dermatite de contato: atrito, umidade e alergias

Quando o pulso fica irritado, a causa mais frequente é a dermatite irritativa. Ocorre pelo atrito de uma pulseira apertada ou pela umidade acumulada entre pele e aparelho. Suor, água ou cremes retidos ali fragilizam a barreira cutânea, tornando a região avermelhada e sensível.

Outro quadro possível é a dermatite alérgica: pessoas sensíveis a metais como níquel, presentes em partes do relógio, ou a componentes de silicone e acrilatos podem ter reação inflamatória.

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Para prevenir, afrouxe o relógio, deixe espaço para o ar circular, seque bem o pulso após exercícios ou lavagem das mãos e higienize o dispositivo com álcool isopropílico. Se a alergia persistir, troque a pulseira por materiais hipoalergênicos, como nylon sem peças metálicas próximas aos sensores.

Manter o pulso livre de umidade e limpar o dispositivo regularmente ajudam a evitar desconfortos. Caso a irritação persista, procure um dermatologista para avaliar se há alergia específica. Para outras dicas e novidades sobre dispositivos móveis, visite nossa seção de Tecnologia e Celulares e continue atualizado.





Crédito da imagem: Canaltech
Fonte: Canaltech

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Guilherme Emanuel, especialista em SEO, tráfego orgânico e Inteligência Artificial, fundador da Escola Algoritmo X

Guilherme Emanuel

Guilherme Emanuel, 25 anos, é especialista em Google AdSense e fundador da Escola Algoritmo X. À frente de uma fábrica digital com mais de 130 sites aprovados e vendidos no AdSense, domina o processo real de aprovação e de escala de lucros em dólar. É também especialista em tráfego orgânico e SEO, e cria sites de serviço e landing pages de alta conversão para prestadores de serviço de qualquer área. Atua desde 2019 e, pelo seu método proprietário e mentorias 100% ao vivo, já ajudou mais de 300 alunos a construir seus próprios ativos digitais.