Capacidade do Azure estoura com explosão no uso do GitHub Copilot
Microsoft recorreu à infraestrutura da rival Amazon Web Services (AWS) para absorver o tráfego extra do GitHub, pressionado pelo crescimento abrupto de ferramentas de inteligência artificial como o Copilot.
- Em resumo: limite da Azure para hospedar o GitHub foi atingido, e a AWS entrou como “pistão de emergência” para manter performance global.
Por que a gigante de Redmond precisou da nuvem adversária
Segundo apuração do The Verge, a companhia vinha migrando todo o GitHub para o Azure desde 2019. A adoção do Copilot — sistema que gera código via IA — multiplicou requisições em segundos, exigindo potência imediata que o data center próprio não entregou.
“GitHub’s migration to Azure is under strain as demand forces Microsoft to reach out to AWS for extra capacity.”
Na prática, parte dos repositórios e solicitações de API agora trafegam pela AWS, garantindo latência estável enquanto engenheiros reforçam clusters do Azure. O movimento é incomum: a Microsoft paga à maior concorrente direta para não frustrar 100 milhões de desenvolvedores ativos.
Impacto no Brasil e nas big techs
A segurança dos projetos é afetada pela ida à AWS?
Não. O tráfego é criptografado end-to-end e segue políticas de privacidade do GitHub.
Usuários terão custos extras por causa da sobrecarga?
Até o momento, a Microsoft não anunciou reajustes nos planos Free, Pro ou Enterprise.
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Crédito da imagem: Divulgação / Microsoft