RBAC 100 substitui modelo antigo e traz prazo de dois anos para adequação
ANAC — A agência atualizou nesta terça-feira (16) toda a regulamentação para drones no Brasil, priorizando o risco do voo e não mais o peso do equipamento.
- Em resumo: todo piloto terá de passar por prova online de 20 questões; regras variam conforme o nível de risco.
Três categorias definem o novo mapa de riscos
O RBAC 100 cria as classes Aberta, Específica e Certificada, alinhadas a normas internacionais citadas pelo The Verge. A primeira libera voos de até 120 m sem aval prévio; a última impõe certificação rigorosa do sistema, pilotos e operadores.
“O objetivo é permitir a expansão de serviços como pulverização agrícola e inspeção de linhas de energia sem comprometer a segurança”, destaca a ANAC no texto oficial.
Exigência de teste online e registro passa a ser universal
Além das novas categorias, qualquer operação exigirá aprovação em exame digital que cobre regras de espaço aéreo e gestão de riscos. Drones devem estar no Sisant ou RAB, respeitando também Decea e Anatel. Aeromodelos de até 250 g entram em regra simplificada.
Quem precisa fazer a prova da ANAC?
Todo operador de drone, independente da categoria de voo.
Há modelos totalmente isentos?
Apenas aeromodelos de até 250 g têm exigências reduzidas, mas seguem registráveis.
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Crédito da imagem: Divulgação / ANAC