Crise na memória RAM sacode preços e ameaça atingir outros smartphones premium
Apple — Em entrevista recente ao Wall Street Journal, Tim Cook classificou como “inevitável” o reajuste de preços após a disparada no custo dos chips de DRAM, item fabricado por Samsung, SK Hynix e Micron.
- Em resumo: iPhone 18 Pro tende a saltar de US$ 1.099 para US$ 1.299, cerca de R$ 1.000 a mais na conversão direta.
US$ 200 extras no iPhone 18 Pro expõem o poder dos fornecedores de DRAM
Segundo projeção obtida pelo jornal, o próximo topo de linha da Apple ficará US$ 200 mais caro que o atual iPhone 17 Pro. A ofensiva de preço nasce da combinação de oferta curta e demanda recorde por memória em data centers de inteligência artificial, confirmam analistas consultados pelo The Verge.
“Mesmo com negociações agressivas, não conseguimos neutralizar o aumento imposto pelos fabricantes de DRAM”, explicou Cook.
O que isso significa para Samsung, Galaxy e consumidor brasileiro
Samsung, líder global em DRAM, tem se beneficiado de uma alta de 85,5 % nas vendas do componente. Embora a gigante sul-coreana ainda não fale em reajuste para a linha Galaxy, a pressão de custos tende a respingar em toda a cadeia. Se o cenário perdurar, flagships como o futuro Galaxy S25 podem seguir a mesma curva de preços no primeiro semestre de 2025.
A falta de memória RAM também pode encarecer celulares Galaxy?
Sim. Como Samsung fabrica DRAM e usa o mesmo insumo em seus smartphones, a alta de custos pode refletir em novos lançamentos.
Quando o iPhone 18 Pro deve chegar ao mercado?
A expectativa é setembro de 2025, mantendo o cronograma anual da Apple.
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Crédito da imagem: Divulgação / Apple