Novo capítulo tenta repetir a fórmula de sucesso, mas nostalgia não basta para encantar adultos e crianças
Disney/Pixar — A estreia de Toy Story 5, exibido em salas equipadas com Dolby Vision e Dolby Atmos, marca o retorno de Woody, Buzz e companhia após nove anos. Apesar do salto técnico, a crítica internacional avalia que o longa não atinge o brilho da trilogia original.
- Em resumo: Imagem e som impressionam, mas o roteiro não empolga e divide opiniões de fãs e críticos.
Dolby Vision e Atmos entregam espetáculo visual, mas história patina
O filme chega aos cinemas brasileiros nesta quinta-feira (28) prometendo cores mais vivas e áudio tridimensional. Na prática, a dupla de padrões premium eleva as sequências de ação espacial de Buzz Lightyear, mas não resolve a sensação de déjà-vu apontada por analistas do The Verge.
“Toy Story 5 não é um desastre, apenas carece da energia que fez o público se apaixonar pelos personagens lá em 1995”, resume uma das críticas estrangeiras.
Impacto para o público brasileiro e números de mercado
A Disney mantém a estratégia de estrear primeiro nos cinemas e, 45 dias depois, incluir o título no catálogo do Disney+. A medida busca impulsionar bilheteria em meio à cautela do estúdio, que viu a arrecadação global cair 6% em 2023 com sequências consideradas saturadas. No Brasil, o ingresso em sala Dolby pode custar entre R$ 59 e R$ 89, quase o dobro de uma sessão tradicional, o que pressiona o bolso das famílias.
Quando Toy Story 5 chega ao Disney+?
A previsão oficial é 12 de maio, 45 dias após o lançamento nos cinemas.
Vale pagar mais pela sessão Dolby?
Se a prioridade for imersão audiovisual, sim. Para quem foca no enredo, a experiência padrão deve bastar.
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Crédito da imagem: Divulgação / Disney Pixar