Da criação de uma nova categoria ao poder dos chips Apple Silicon
Apple iPad – Lançado em 2010, o tablet evoluiu rapidamente de consumo de mídia para ferramenta profissional, mudando padrões de mobilidade e pressionando concorrentes.
- Em resumo: Cinco avanços estratégicos transformaram o iPad em referência e abriram caminho para o mercado de US$ 90 bilhões que os tablets movimentam hoje.
Tela multitoque: o gatilho que criou um novo hábito digital
A interface 100 % baseada em toques colocou o iPad entre smartphones e notebooks, oferecendo navegação imediata a públicos de todas as idades. Segundo a Apple Newsroom, mais de 300 milhões de iPads já foram vendidos, sinal de que o formato consolidou-se como padrão de mercado.
“Em poucos meses, o iPad vendeu mais que qualquer notebook individual da época, provando que havia uma lacuna de portabilidade”, relembra o ex-CEO Steve Jobs no anúncio original de 2010.
Design ultrafino e chips proprietários elevaram o desempenho
Do primeiro A4 até os atuais M2, os processadores Apple Silicon garantiram ganhos de até 15 × em poder gráfico, além de autonomia que supera dez horas. O iPad Air, por exemplo, pesa 461 g e mede 6,1 mm, tornando-se referência em mobilidade corporativa e educacional.
Apple Pencil: a virada para criatividade e educação
Com latência de 9 ms e 4 096 níveis de pressão, a caneta transformou o iPad em caderno digital para artistas, arquitetos e estudantes. Apps como Procreate e Notability exploram recursos de palma rejeitada, elevando a precisão a níveis de mesa digitalizadora profissional.
iPad Pro + acessórios: quando o tablet virou notebook
Teclados com trackpad, portas USB-C/Thunderbolt e telas de 120 Hz credenciaram o iPad Pro a rodar editores de vídeo e suítes office sem gargalos. Em benchmarks Geekbench 5, o M2 atinge pontuações próximas a laptops premium com chips x86.
iPadOS: multitarefa que aproxima experiência de desktop
Desde 2019, o sistema próprio trouxe janelas flutuantes, gerenciador de arquivos e suporte a monitores externos em 6K. Recursos como Stage Manager e drag-and-drop entre apps responderam a antigas críticas de produtividade, aproximando o tablet da experiência macOS.
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Crédito da imagem: Divulgação / Apple