Windows 11 receberá um plano de “7 ações” divulgado pela Microsoft para tornar o sistema menos intrusivo e mais personalizável ainda este ano. As duas primeiras medidas já confirmadas — cortar anúncios embutidos e permitir que a barra de tarefas (equivalente ao Dock do macOS) volte a ser movida — atendem a solicitações frequentes de usuários domésticos e corporativos.
Menos propaganda, mais foco no que importa
Desde o lançamento, o Windows 11 passou a exibir anúncios e “recomendações” dentro do menu Iniciar, do Explorador de Arquivos e até das Configurações, algo que gerou críticas sobre distração e perda de produtividade. A Microsoft promete diminuir esses espaços publicitários em todo o sistema. Na prática, isso deve:
- reduzir a carga de telemetria e notificações não solicitadas;
- diminuir o tempo de abertura de menus que carregavam banners;
- simplificar a experiência para quem utiliza o Windows em ambientes empresariais com políticas de foco.
Segundo reportagem do The Verge, a remoção ou o recuo de anúncios é um dos pedidos mais recorrentes nos fóruns oficiais do sistema, reforçando que o corte pode melhorar a percepção de valor do Windows frente ao macOS e às distribuições Linux.
Barra de tarefas volta a ser móvel
Outra mudança prática é a retomada da liberdade de posicionar a barra de tarefas — recurso disponível até o Windows 10 e removido no 11. A Microsoft confirmou que o componente poderá ser arrastado para a parte superior, laterais ou inferior do display, assim como o Dock do macOS. Para quem trabalha com múltiplos monitores ou prefere organizar atalhos em outra região da tela, o ajuste elimina a necessidade de aplicativos de terceiros.
O que falta detalhar nas 5 etapas restantes
Embora a companhia fale em “plano de 7 pontos”, somente as duas primeiras ações foram publicadas. A expectativa é que as demais medidas envolvam ajustes de interface, desempenho e integração com serviços de IA, mas a Microsoft ainda não apresentou cronograma ou escopo oficial para cada tópico. A empresa informou apenas que revelará mais detalhes “nas próximas compilações do programa Windows Insider”.
Com o novo pacote, a Microsoft tenta aproximar o Windows 11 do nível de polimento almejado para concorrer diretamente com o macOS Tahoe, que, apesar de críticas, mantém boa avaliação de usabilidade. Resta saber se as cinco etapas restantes abordarão pontos como consumo de recursos e controle fino de permissões — aspectos decisivos para profissionais e gamers.
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Crédito da imagem: 9to5mac Fonte: 9to5mac