Do “tijolão” de Martin Cooper ao superfone da Samsung — a revolução cabe no bolso
Galaxy S24 Ultra — A história do celular começa em 26/12/1928, data de nascimento de Martin Cooper, e chega a uma era em que um único Galaxy substitui câmera, computador e carteira.
- Em resumo: em 50 anos, o telefone móvel perdeu 90% do peso, ganhou 5G e inteligência artificial — e caberá em seu futuro dobrável.
Do gigantesco DynaTAC ao ultrafino Galaxy S24 Ultra
O Motorola DynaTAC 8000X, lançado em 1984, tinha 33 cm, 794 g e meia hora de bateria. Já o Galaxy S24 Ultra pesa 232 g, suporta até 28 h de vídeo e exibe 6,8″ de 120 Hz. Na prática, isso libera o usuário para fotografar em 200 MP, realizar pagamentos via NFC e aproveitar redes 5G sem procurar tomada.
Em 3 de abril de 1973, Cooper fez a primeira ligação móvel; hoje, câmeras de 10× zoom óptico transmitem vídeo 4K em tempo real.
Evolução que impacta o dia a dia do brasileiro
Queda de preço, miniaturização e recursos de IA transformaram o celular de luxo corporativo em item básico. Enquanto o DynaTAC custaria R$ 80 mil corrigidos, o Galaxy S24 Ultra chega ao Brasil por cerca de R$ 7 999 e pode ser parcelado. Além disso, One UI 6.1 traz tradução simultânea de chamadas e integração com a suite Galaxy AI, recursos inexistentes há 40 anos.
Quando o primeiro celular chegou ao Brasil?
Em 1990, com o Motorola PT-550.
Qual a maior diferença prática em 50 anos?
Autonomia e conectividade: de 30 min de voz a 28 h de streaming 5G.
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Crédito da imagem: Divulgação / Motorola