Acordar na hora errada pode ficar no passado com leitura direta do EEG
Muse S Athena – o novo recurso Smart Wakeup promete, desde a última semana, sincronizar o alarme à fase mais leve do sono ao monitorar sua atividade cerebral em tempo real.
- Em resumo: algoritmo avalia EEG e escolhe o minuto exato para despertar, mas só funciona com a faixa Athena e assinatura Premium de US$ 13 ao mês.
Como o Smart Wakeup difere dos alarmes “inteligentes” tradicionais
Enquanto rastreadores populares como Fitbit ou Oura Ring se baseiam em movimentos ou batimentos cardíacos, a Muse utiliza eletroencefalograma (EEG) para mapear ondas cerebrais durante a noite. Segundo um levantamento citado pela The Verge, sensores de EEG costumam entregar métricas de sono até 80% mais precisas que acelerômetros puros.
“A tecnologia combina milhares de noites registradas com relatos de disposição matinal para calibrar o momento ideal de despertar”, explicou a Muse no anúncio oficial.
Preço, assinatura e transmissão na Band: o que pesa na decisão de compra
Para acessar o Smart Wakeup, o usuário precisa do headband Muse S Athena — equipado com cinco eletrodos de grau clínico — e de uma assinatura Premium que custa US$ 13 mensais (aprox. R$ 65). A empresa apresentou uma demonstração prática em transmissão: Band, reforçando o apelo de bem-estar e produtividade.
Além do conforto de acordar no estágio de sono REM ou N1, a marca aposta em diferenciais de mercado: bateria para 10 horas, conectividade Bluetooth 5.0 de baixa latência e integração com aplicativos de meditação. Concorrentes diretos oferecem alarmes inteligentes, mas nenhum ainda combina EEG, áudio guiado e relatório de variabilidade cardíaca em um único pacote.
O que você acha? Pagaria por um alarme que lê sua atividade cerebral para acordá-lo no minuto perfeito? Para mais novidades sobre gadgets e componentes, acesse nossa editoria especializada.
Crédito da imagem: Divulgação / Muse