Doenças controladas por vacinas: 8 exemplos essenciais
Doenças controladas por vacinas mostram como a imunização em massa conseguiu quase eliminar enfermidades que antes causavam epidemias e altos índices de mortalidade. A seguir, confira oito casos emblemáticos e entenda por que manter o calendário em dia continua indispensável.
1. Poliomielite a Hepatite B: vírus sob vigilância
Poliomielite – erradicada no Brasil desde 1990, ainda é endêmica apenas no Afeganistão e Paquistão; qualquer queda na cobertura vacinal pode trazer o poliovírus de volta.
Coqueluche – a “tosse comprida” é perigosa para bebês com menos de seis meses; gestantes e cuidadores são prioridade na vacinação.
Tétano – sem transmissão de pessoa para pessoa, a bactéria entra por ferimentos; reforços a cada 10 anos evitam a doença.
Sarampo – um dos vírus mais contagiosos; a tríplice viral protege crianças e adultos de 12 meses a 59 anos.
Rubéola – grave em gestantes, pois pode causar malformações no feto; a mesma tríplice viral mantém o risco controlado.
Caxumba – febre e inflamação das glândulas salivares; pode levar à infertilidade em homens se não houver imunização.
Febre amarela – transmitida por mosquitos silvestres; a dose única é fundamental para quem vive ou viaja a áreas de mata.
Hepatite B – infecção hepática que pode evoluir para cirrose ou câncer; aplicação começa ainda na maternidade e está disponível para todas as idades.
Vacinação contínua evita a volta dos surtos
Mesmo com a redução drástica de casos, especialistas alertam que a queda nas taxas de imunização abre espaço para o retorno de vírus e bactérias. Um exemplo recente foi o ressurgimento de surtos de sarampo em regiões onde a cobertura ficou abaixo de 95%. Segundo reportagem do G1, estados brasileiros que atrasaram campanhas registraram aumento de internações infantis, reforçando a importância de atualizar carteiras de vacinação.
Além da proteção individual, as vacinas criam barreiras coletivas — a chamada imunidade de rebanho — que interrompem a cadeia de transmissão. Isso reduz custos hospitalares, mantém a força de trabalho ativa e contribui para ambientes mais seguros em escolas, empresas e espaços públicos.
Manter o esquema completo também favorece empreendedores digitais e criadores de conteúdo que dependem de viagens, eventos presenciais e networking global: saúde em dia significa menos ausências e maior produtividade.
Revisar cadernetas, buscar postos de saúde e não postergar reforços são atitudes simples que preservam conquistas sanitárias de décadas. Para continuar informado sobre temas que impactam seu dia a dia e seu negócio, visite nossa página inicial e acompanhe as próximas análises.
Crédito da imagem: Olhardigital
Fonte: Olhardigital