Entenda por que a NASA liberou celulares pessoais nas missões
NASA – A agência espacial adotou, em fevereiro de 2026, uma regra que autoriza astronautas a levarem seus próprios smartphones. Graças a ela, a tripulação da Artemis II quebrou recordes ao fotografar a Terra e a Lua com um iPhone 17 Pro Max, a 406 mil km de distância, durante a transmissão simultânea na Globo, Record e diretamente no YouTube.
- Em resumo: primeira foto completa da Terra desde 1972 foi feita dentro da cápsula Orion com um iPhone topo de linha.
Permissão inédita coloca smartphones na cápsula Orion
A mudança de política veio depois de testes de radiação que comprovaram a segurança de dispositivos de consumo em voos longos, segundo o TechCrunch. O comandante Reid Wiseman, o canadense Jeremy Hansen e os norte-americanos Victor Glover e Christina Koch aproveitaram a autonomia fotográfica para publicar cliques em tempo real nas redes sociais.
“A NASA autorizou celulares pessoais em missões espaciais em fevereiro de 2026.” – Regulamento interno divulgado antes da Crew-12.
Impacto tecnológico: câmera móvel domina o espaço
O iPhone 17 Pro Max leva sensor principal de 48 MP com abertura f/1.4, zoom tetraprisma de 6× óptico e captura em ProRAW de 16-bit — especificações que superam câmeras científicas embarcadas nas missões Apollo. Além disso, o chip A20 Bionic acelera processamento de imagem por IA, fator crucial para expor corretamente cenas de alto contraste no vácuo.
Enquanto a Artemis II se mantém na órbita lunar, empresas como SpaceX e ESA já avaliam incluir flagships Android em futuras viagens, reforçando a tendência de equipamentos “off-the-shelf” no espaço. Para quem acompanha o mercado, a estratégia barateia missões e ainda gera material de marketing espontâneo para as fabricantes.
O que você acha? Celulares premium vão substituir câmeras profissionais nas próximas explorações? Para mais análises do universo Apple, acesse nossa editoria especializada.
Crédito da imagem: Divulgação / NASA